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segunda-feira, 12 de setembro de 2011

As bonecas da salvação

Uma boneca pode fazer muito mais do que servir para momentos de diversão entre crianças de todo o mundo. Em alguns casos, um brinquedo é uma ótima ferramenta de evangelização, mostrando aos mais novos – e também aos adultos - a diferença entre viver no mundo e seguir os ensinamentos de Cristo.
É esse o objetivo do grupo Dolls On Mission (em português, Bonecas Em Missão), criado pela missionária Joanne Mucci. Com as suas próprias mãos – e, claro, com a preciosa ajuda de voluntárias – ela se dedica a costurar as bonecas. Desde 2007, cerca de oito mil pessoas de várias nações subdesenvolvidas e carentes ao redor do globo já receberam o brinquedo.
Mas desengane-se quem pensa que esta é uma simples boneca de pano. Esta é especial. Para explicar melhor como é a vida com e sem Cristo, a boneca tem duas faces: de um lado um rosto triste – representando uma vida de pecados e do outro lado um rosto feliz, mostrando uma vida feliz com Deus, pautada por ensinamentos cristãos. 
 
Cidadãos de Uganda, Peru, Quênia, Bolívia e Haiti, dentre outros, já receberam as bonecas evangelísticas. Em muitos casos, os missionários distribuem alguns brinquedos pelos ministérios locais, para estes possam ser utilizados na evangelização e na pregação da Palavra dentro da igreja, especialmente junto dos mais novos.

 
E a receita tem dado certo. “Sabemos que estas bonecas alcançam lugares aonde não podemos nos dar ao luxo de ir. Eles vão tocar em uma criança que pode ter perdido tudo em um terremoto ou nunca teve um brinquedo em tudo”, escreve Joanne em um texto no blog da missão. “Não importa para onde as bonecas vão. Elas vão levar o amor de Deus para as pessoas, mostrando que Deus as ama e que elas não estão sozinhas”, acrescenta.
Confeccionar milhares de bonecas e enviá-las aos cantos mais recônditos do planeta não é tarefa fácil. O trabalho requer empenho de voluntários, tempo e, sobretudo, disponibilidade financeira para enviar os brinquedos. Para realizar isso, o Dolls On Mission conta com a preciosa ajuda de instituições cristãs missionárias que tornam possível a distribuição das bonecas, fazendo com que crianças e adultos vítimas de pobreza, desastres naturais e várias circunstâncias catastróficas possam voltar a sorrir e afirmar com toda a certeza: Jesus me ama!


Uma pulseira que conta histórias de vida
 
Paralelamente às bonecas, o grupo Dolls on Mission também confecciona as chamadas pulseiras da salvação. A peça é elaborada com pedras coloridas, em que cada uma tem um significado diferente, mostrando assim os valores de uma vida baseada no Evangelho:

-  Pedra preta: representa o pecado que nos separa de Deus;
- Pedra vermelha: representa o sangue de Jesus Cristo, que morreu na cruz pela humanidade;
- Pedra branca: é uma prova do que Cristo fez por nós, que nos limpou dos pecados e nos deu uma nova vida;
- Pedra azul: representa a ressurreição de Cristo, quando a pedra estava revolvida do sepulcro e o céu passou de cinza para azul. A ressurreição é a boa notícia que esse colar tem para partilhar: Jesus está vivo;
- Pedra verde: é a nova vida que se pode encontrar em Deus, que muda o nosso interior e nos torna novas pessoas;
- Pedra amarela: é a representação do ouro, ilustração do céu, onde os Escolhidos viverão por toda a eternidade.

Tanto as bonecas quanto as pulseiras são distribuídas por grupos de missionários cristãos, que munidos com a Bíblia, percorrem países praticamente destruídos por guerras, pobreza ou catástrofes naturais para levar um pouco de alegria ao coração dos esquecidos pelos governantes dos seus próprios países.

Um dos principais aspectos da missão é que o grupo se esforça para aliar a boneca à realidade cultural de cada povo. Originalmente, a boneca era confeccionada com a pele morena, para se assemelhar à própria criança que receberia o brinquedo. Atualmente, o Dolls On Mission mantém essa ideologia de levar para a boneca a etnia de cada pessoa, mas a tornou mais abrangente. Hoje, há bonecas com pele negra, branca e até bonecas indígenas.

Em Cristo. 

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Projeto "CRIANÇAS KALUNGAS PARA CRISTO"

Será desenvolvido pela APEC/Goiás, no mês de Outubro de 2011.

Os kalungas são descendentes de escravos fugitivos que formaram o que hoje é considerado o maior quilombo do Brasil em extensão territorial.

 Os kalungas vivem na área que engloba os municípios de Cavalcante, Teresina de Goiás e Monte Alegre, nas montanhas do nordeste goiano. O lugar é chamado de "Kalunga" que significa "lugar sagrado, de proteção".

Hoje eles somam, aproximadamente, 4.500 pessoas entre adultos, jovens e crianças.

Temos que alcançar este povo com o Evangelho porque eles são muito supersticiosos. Fazem rezas e feitiços para acabar com o medo, para curar desde uma dor de barriga até picada de cobra, para afastar tempestades, para "fechar o corpo". Durante dezenas de anos viveram na miséria física e principalmente espiritual. Os kalungas precisam de Jesus.

Desde já você está convidado a se engajar neste Projeto doando alimentos, remédios, itens de higiene ou mesmo indo, para ser um evangelista ali.

Basta entrar em contato pelo e-mail: apecgoias@gmail.com
 
Em Cristo.
Fonte: APEC

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Apadrinhe uma criança!!!!


O que é o apadrinhamento de Crianças ?

Ao apadrinhar uma criança, você passa a fazer contribuições mensais para a Visão Mundial e cria um vínculo com a criança que escolheu. Você será o único padrinho ou madrinha da criança.

Suas contribuições vão ajudar a Visão Mundial a suprir as necessidades imediatas e de longo prazo daquele menino ou menina. Somado aos dos outros padrinhos que escolheram crianças daquela comunidade, seu apoio financeiro será direcionado ao nosso projeto local. Portanto, o dinheiro não é enviado diretamente para a criança ou sua família. O objetivo final dos nossos projetos nas comunidades é, agindo em parceria com as pessoas locais, proporcionar seu desenvolvimento econômico e social, até que se tornem autossuficientes e estejam preparadas para enfrentar períodos emergenciais, como secas prolongadas.

Programa Indicação

Acreditamos que nossos padrinhos são as melhores pessoas para divulgar nosso trabalho, pois eles sabem o valor que o apadrinhamento tem na formação de uma criança em situação de risco social. Eles nos ajudam a construir um grande movimento de transformação e promovem um verdadeiro movimento de combate à pobreza.

Para participar do Programa Indicação, é preciso solicitar alguns kits de apadrinhamento através do 0800 7070 374, mostrar para seus amigos e parentes e contar a experiência de ser padrinho na Visão Mundial. Mostrar as cartinhas que recebe da criança, como faz para ajudá-la, falar sobre a relação com a Visão Mundial e como nosso trabalho é possível. Eles vão reconhecer o ato de solidariedade e vão ver que uma nova realidade é possível. O padrinho descobre o quanto é gratificante compartilhar a satisfação de contribuir para um mundo melhor. É uma colaboração voluntária, a favor do amor e da solidariedade.


Se você é um padrinho da Visão Mundial e ainda não solicitou seus kits, entre em contato conosco através do telefone 0800 7070 374 e converse com uma de nossas colaboradoras. Multiplique a emoção de mudar a vida de milhares de crianças. Se preferir, envie um e-mail para vmb_atendimento@wvi.org


Em Cristo.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

As Crianças e Missões


Tornar-se uma igreja envolvida com missões implica em despertar visão missionária em todos os seus membros, inclusive nas crianças. Afinal, elas também fazem parte da força de colheita no reino de Deus. Mas como educar uma criança de coração aberto para as missões? Alguns crentes têm dúvidas quanto ao que Deus quer para suas próprias vidas; pensam que missões seja algo para superespirituais com disposição aventureira, quando não, masoquista. Mas se queremos legar aos nossos filhos um coração missionário, temos de desenvolvê-lo antes em nós mesmos, conforme Deus ensina em sua Palavra.

Qual é a missão da Igreja de Cristo?

Ir! “Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado…” (Mt 2819,20).
Como podemos ver, o verbo ir está no imperativo, modo que indica ordem, comando, exortação, conselho, convite, solicitação ou súplica. Assim, devemos obedecer à ordem de Jesus enquanto estamos vivendo, andando, com saúde, dispostos, etc. Ou seja, devemos fazer discípulos em todos os lugares e em todos os momentos.
Quanto aos pais crentes, sua tarefa missionária começa em casa. Seus primeiros discípulos devem ser seus próprios filhos, que lhes foram emprestados pelo Senhor da seara. Para isso, temos de ter um coração aprendiz, sempre aprendendo com Aquele que é “manso e humilde de coração”. Somos todos testemunhas — tanto de Cristo quanto de sua graça redentora. Portanto, devemos testificar do evangelho para o coração vazio, cuja vida é um caos por falta de Deus.
Repetindo, devemos testemunhar onde estamos e para todos aqueles com quem temos contato. Não devemos, porém, restringir nosso testemunho somente à nossa “Jerusalém” de missões locais. Ao contrário, “toda a Judéia e Samaria, e até os confins da terra”, devem ser tocados pelo nosso testemunho.

Desenvolvendo o espírito missionário nas crianças

As crianças nos imitam e aprendem conosco, pois nos observam no nosso dia-a-dia. Se nos virem envolvidos com missões, entenderão que essa prática é parte integrante da vida cristã, pois constatarão que não vivemos alheios à Grande Comissão. Aprenderão a submeter-se à autoridade do Senhor se virem que somos submissos à sua vontade, sedentos por aprender e cumprir aquilo que Deus quer que aprendamos e cumpramos.
Pais missionários geram filhos missionários. Isso, no entanto, não quer dizer que todos os filhos de crentes terão de optar por um campo missionário, estrangeiro ou não. Quando compartilhamos e praticamos a Palavra de Deus, desenvolvemos o mesmo interes se em nossas crianças. Obediência e temor à Palavra não tornam nossos filhos bitolados. Ao contrário, sensibilizam suas metes para um conhecimento maior do mundo em que vivem.
Você pode, na sua igreja, incorporar algumas idéias para que missões seja parte integrante da educação infantil. Para tanto, você pode, por exemplo, colocar um grande mapa mundial no salão onde as crianças se reúnem, para que elas possam escolher um país. Em seguida, a professora pode buscar informações e orar, junto com as crianças, pelo país escolhido. O livro Intercessão mundial pode ser de grande ajuda para esse objetivo.
Você pode, ainda, convidar preletores de fora (de preferência os que atuam na área missionária) para ministrar um estudo especial, pois a presença e o testemunho de um servo de Deus podem causar um impacto incalculável no futuro ministério de uma criança ou jovem. Incentivar os membros da igreja para que hospedem obreiros e obreiras estrangeiros que estão de visita (o contato com pessoas de outras culturas pode abrir a mente de uma criança para novos horizontes). Inserir no acervo da biblioteca de sua igreja livros sobre missões (especialmente biografias), pois, como vimos acontecer no passado e ainda hoje acontece, muitos missionários foram (e ainda são) chamados por meio da leitura, do testemunho impresso de um servo ou serva de Deus.
A primeira vez que evangelizei minha vizinha eu tinha menos de quatro anos de idade. Levei a Bíblia para a sua casa, cantei, orei, contei a história de Jesus e, depois, convidei-a a receber a Cristo como Salvador. Essa senhora procurou minha mãe e, realmente, se converteu. Alguém poderá objetar que as crianças apenas papagueiam aquilo que ouviram de seus pais. No entanto, a obra redentora e santificadora é realizada pelo Espírito Santo, que outorgou ao Filho toda autoridade, Um engraxate, evangelizado por seu filho de cinco anos, hoje é pastor. As crianças que, quando ainda pequenas, amam o trabalho de evangelismo hão de permanecer amadurecendo nesse amor, desde que nós, pais, tivermos um compromisso com a verdade da Palavra de Deus!

Disposição missionária

Missões significa também ir a outro grupo, a outro povo, a outra etnia e cultura, para que todos possam ouvir as boas novas de salvação. No primeiro século, os discípulos, talvez, tivessem permanecido em Jerusalém, não fossem as perseguições de seu próprio povo e dos dominadores romanos. Mas foram dispersos e, em todo lugar que iam, pregavam o evangelho, virando o mundo de pernas para o ar!

A criança missionária é abençoada

Com os olhos abertos para o mundo que Deus criou, coração sensível para as necessidades daqueles que desconhecem a verdade e conhecimentos gerais aguçados pelo desafio missionário, seremos — adultos ou crianças — pessoas mais completas. Um filho de missionários, ainda pequeno, já sabia o que era andar de avião, pescar com lança ou flecha, já sabia falar inglês e português e caiapó. E tudo com tamanha desenvoltura, pois sabia que língua falar e com quem falar cada idioma, a fim de se comunicar com o radioamador. Um pobre coitado?! Não, um menino privilegiado!
Mesmo quando o missionário passa por privações e provações, isso pode ser uma bênção na vida dos filhos. Em algumas ocasiões, o missionário recebe honra, encontra boa hospedagem, ganha presentes caros. Em outras, se vê obrigado a compartilhar seu último e único recurso com outra pessoa que precisa mais que ele, sem saber de onde e quando virá o próximo socorro.
Transmitir essas verdades aos nossos filhos lhes causará bem menos instabilidade do que viverem sem o amor de Deus e a dignidade de um lar edificado sobre a rocha, que é Jesus!
Seja na Amazônia, Itália, China ou Zaire, o missionário vive no mundo que Deus criou, amou e para o qual Cristo fora enviado. Seja qual for o campo missionário em que o obreiro atua, irá aprender mais da encarnação de Cristo ao tornar-se um com o povo que evangeliza, pois está levando a contracultura do reino de Cristo. Isso pode ser ensinado às nossas crianças, porque missões estrangeiras, nacionais ou urbanas não é uma tarefa para os “Indiana Jones”.
Seja como assalariado, ou dono de terras e bens, seja dependendo do sustento diário, não importa, a grande aventura do missionário está em servir ao Rei dos reis, seja no Brasil ou em Tanganica, na Tanzânia!
 
Em Cristo. 

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Crianças da Igreja Perseguida: A Simplicidade da fé

Informativo: Aos pais e Educadores Cristãos.

A importância dos pequeninos, ressaltada ao longo das Escrituras, encontra sua maior expressão na boca de Jesus, ao dizer: “Deixem vir a mim as crianças, não as impeçam; pois o Reino de Deus pertence aos que são semelhantes a elas. Digo-lhes a verdade: Quem não receber o Reino de Deus como uma criança, nunca entrará nele.”(Mc 10.14-15). 

Quando entramos em contato com crianças, nos achamos em uma via de mão dupla. Por um lado, precisamos delas para moldar nossa fé. Por outro, elas precisam de nós para permanecer na mesma fé. Muitas lições podem ser retiradas a partir do texto acima. Ressaltaremos aqui duas.

Seqüestro e martírio

Primeiro: a criança é dependente. É necessário que alguém cuide dela, providenciando-lhe alimento, abrigo, educação e atenção emocional. No contexto da fala de Jesus, as crianças não vão até Cristo por conta própria. Elas são levadas por seus pais. Ser dependente significa que a criança não tem condições de cuidar de si mesma. É uma lição essencial para quem deseja habitar no Reino de Deus: saber que Ele, o Rei e Pai, é quem cuida de nós, e não nós mesmos. Uma verdade que sabemos bem quando crianças, mas que acabamos esquecendo ao crescer e “assumi” o controle da nossa vida.

No contexto da Igreja Perseguida, depender de Deus é a regra. Em alguns países islâmicos, como no Paquistão e no Egito, garotas cristãs são seqüestradas, estupradas e convertidas à força ao islamismo. Uma vez muçulmanas, não podem mais voltar à guarda de seus pais, pois a lei não permite que um cristão tenha a guarda de um muçulmano. As meninas? São escravas da família que as seqüestrou. De quem elas dependem, nessas circunstâncias? Na Colômbia, não são poucos os casos de crianças raptadas pelas guerrilhas e grupos militares. Elas são transformadas em escravas sexuais e em pequenos soldados. A quem vão recorrer nessas condições? Infelizmente, o isolamento a que essas crianças são submetidas nos impede de saber as respostas.

Outras crianças não são vítimas diretas da perseguição. São os filhos daqueles feitos mártires e prisioneiros por causa da fé em Cristo. Sua situação, que já é triste, fica pior se o alvo da perseguição tiver sido o pai. Nas sociedades orientais, geralmente o homem é o mantenedor da casa. E quase nunca a mulher está preparada para assumir as responsabilidades que o marido deixou. Não são poucas as famílias que se aproximam da miséria.


É verdadeira a afirmação de que a Igreja está sempre apenas a uma geração de se extinguir.

Entretanto, nunca tivemos notícia, até hoje, de algum filho de mártir que tenha se rebelado contra Deus por causa da morte de seu pai. Ouvimos, sim, sobre lágrimas, tristeza e até traumas causados pela perda. Mas, quando o luto passa, colhem-se os frutos fertilizados testemunho do mártir. Geralmente, os filhos querem ser corajosos como seus pais um dia foram.

A Igreja em extinção

Segundo: a criança é indefesa. Nesse episódio com os discípulos, Jesus se levantou para proteger os pequenos. Foi ele quem falou em nome das crianças, uma vez que elas não têm condições de falar por si mesmas. Quando olhamos para as crianças de toda a Igreja, devemo-nos sentir responsáveis por elas e protegê-las, como o Mestre fez. Há pelo menos duas razões para isso:

Em primeiro lugar, porque é dever do cristão, como parte do Corpo, zelar por ele. Somos ensinados, pela Palavra, a exortarmo-nos mutuamente. Não é raro excluirmos as crianças desse tipo de atividade. Como vimos elas têm algo a nos ensinar, e suas ações singelas servem de exortação aos cristãos de todas as idades.

Em segundo lugar, as crianças ainda são o futuro da Igreja. É verdadeira a afirmação de que a Igreja está sempre apenas a uma geração de se extinguir. É da atual Igreja a responsabilidade de deixar sucessores. E, pensando nas implicações universais que isso tem, concluímos que, em algumas regiões do planeta a Igreja corre um risco maior de vir a se extinguir! A esperança é realmente investir nas crianças.

E você?

Longe do Paquistão, Egito ou Colômbia, nós, brasileiros, temos sim como contribuir para que isso aconteça. Podemos ajudá-las por meio da oração. Pense: em que tipo de mundo você gostaria que seu filho vivesse? Em um mundo onde ele corre perigo de seqüestro a cada instante? Claro que não. Por que não desejar o mesmo para as crianças da Igreja Perseguida? Vá além do mero desejar — lute por esse mundo de fato, por meio da oração! Nossa oração chega rapidamente a esses lugares nos quais talvez nunca estejamos. Oremos pelo ambiente em que essas crianças vivem. Pelo fim da perseguição. Pela existência de pessoas que compreendam a importância dos pequeninos na obra do Senhor — não apenas no futuro, quando serão os líderes da Igreja, mas no presente, quando nos ensinam por meio de sua simplicidade.

Outra forma de auxiliar é fortalecendo a fé que as crianças têm. Ensina a criança no caminho em que deve andar, disse Salomão. Que, onde estivermos, estejamos dispostos a investir no aprendizado infantil. Que não seja por falta de interesse nosso que os pequeninos se desviem. Que as crianças da Igreja Perseguida, em especial, recebam de nós o suporte para que sua fé se fortaleça e floresça no tempo oportuno.

CONHEÇA ALGUMAS HISTÓRIAS


AMEAÇA CUMPRIDA

Elina Das tem apenas 13 anos. Em maio deste ano, quando se dirigia ao banheiro que fica do lado de fora de sua casa, ela foi seqüestrada e estuprada por cinco muçulmanos. Seu pai, o pastor Motilal Das, acredita que o que aconteceu foi o cumprimento das ameaças que vinha recebendo dos extremistas, que exigiam que ele deixasse de pregar o evangelho numa pequena vila no interior de Bangladesh*. Elina, que já sofria a zombaria dos colegas muçulmanos por ser cristã, agora tem de enfrentar os olhares e os comentários que parte da comunidade faz a respeito da “perda de sua honra”. Ela tem tentado se recuperar do trauma, procurando levar uma vida normal e o que mais deseja é esquecer tudo que lhe aconteceu.

*Bangladesh ocupa a 45° posição na Classificação de países por perseguição 2010 da Missão Portas Abertas. Em 2008 quando o artigo foi publicado na Revista Portas Abertas, Bangladesh ocupava a 48º posição.

FUGA MILAGROSA

Por uma triste experiência no ano passado. Ele tinha 13 anos de idade quando foi seqüestrado por fundamentalistas muçulmanos, que tentaram convertê-lo à força ao islamismo. Ao contrário do que costuma acontecer a muitas crianças cristãs que sofrem o mesmo tipo de seqüestro naquela região, Victor conseguiu escapar do cativeiro, onde ficou detido por quatro meses. A fim de protegê-lo, a família mandou Victor para outra cidade. Lá, ele passou a freqüentar a escola dominical. Os pais do menino não se cansam de agradecer a Deus e a todos os irmãos que oraram pela libertação de seu filho.

*A Nigéria ocupa a 27° posição na Classificação de países por perseguição 2010. Em 2008 o país ocupava a 32º posição.


“PAPAI FOI PRO CÉU”

George, três anos, Wisam, dois, e Sama, de oito meses, são filhos de Rami e Pauline Ayyad. Infelizmente, essas crianças irão crescer sem conviver com o pai, morto em dezembro do ano passado, durante um ataque à livraria cristã onde trabalhava na Palestina*. A jovem viúva, que estava grávida da filha mais nova quando perdeu o marido, fez questão de dar à caçula o nome Sama, que em árabe significa “céu”, porque é o lugar onde o pai dela está. A família conta agora apenas com o apoio da pequena comunidade cristã em Gaza e das orações de seus irmãos em Cristo espalhados pelo mundo.

*A Palestina ocupa a 46° posição na Classificação de países por perseguição 2010. Em 2008, a Palestina ocupava 42º posição.

NOTA AMIGOS DE ORAÇÃO

Os três países aqui citado tiveram mudanças de 2008 para 2010 de acordo com a Classificação elaborada pela Missão Portas Abertas. O artigo publicado no Blog Amigos de Oração é de 2008.

ANALISE

A Missão Portas Abertas trabalha com 50 países. Na Classificação que apresenta a posição desses 50 países, entendemos que quanto mais perto o país estiver da primeira posição, mais difícil é vida de um cristão naquele lugar. A Coreia do Norte lidera há alguns anos a primeira posição e lá é considerado o pior lugar para um cristão viver.


POSIÇÃO DOS TRÊS PAÍSES ACIMA
Bangladesh
Posição: 48º em 2008
2010: Ocupa 45º posição
> Subiu 03 posições.

Nigéria
Posição: 32º em 2008
2010: Ocupa 27º posição
> Subiu: 05 posições.

Palestina
Posição: 42º em 2008
2010: Ocupa 46º posição
> Caiu: 04 posições.

Deus nos abençoe.

Fonte: Projeto AMIGOS/ Revista Portas Abertas

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Pesquisa identifica quase 24 mil crianças e adolescentes em situação de rua


Quase 24 mil crianças e adolescentes estão em situação de rua no Brasil. Isso é o que revela a Primeira Pesquisa Censitária Nacional sobre Crianças e Adolescentes em Situação de Rua, realizada entre maio e junho do ano passado. O estudo, apresentado neste mês ao Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), servirá de subsídio para aperfeiçoar as políticas públicas voltadas para essa parcela da sociedade.
O levantamento indica que 23.973 crianças e adolescentes estão em situação de rua. Dessas, 71,8% são do sexo masculino e 28,2% do sexo feminino. A maioria dos/as entrevistados/as declarou ser pardo/a ou moreno/a (49,2%) e estudou até a 4ª série (39%).
De acordo com Glícia Thaís Salmeron de Miranda, representante da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no Conanda, o objetivo da pesquisa é “aprimorar a discussão e a efetivação para a Política Nacional e o Plano Decenal para a infância e a adolescência”. Segundo ela, a partir do levantamento, pode-se observar quais os principais direitos estão sendo violados e fazer uma “avaliação do que precisa ser priorizado”.
Glícia lembra ainda que a pesquisa indica “o quanto o Estado está ou não contribuindo para o cumprimento dos direitos das crianças e dos adolescentes” e chama a atenção “para a responsabilização dos municípios”, para a observação de como estão os programas e conselhos municipais voltados para essa parcela da população.
Um dos pontos da pesquisa que se destacam, por exemplo, é o trabalho infantil. Vendas de produtos de pequeno preço, como balas e chocolates, lavagens e limpezas de vidros de carros e coletas de materiais recicláveis são algumas atividades realizadas por meninos e meninas para conseguir dinheiro, seja para próprio sustento ou para o da família.
Direitos básicos, como alimentação e estudo também não estão plenamente efetivados para essa população. De acordo com a pesquisa, 13,8% das crianças e dos adolescentes em situação de rua não se alimentam diariamente e 56,3% não estavam estudando na época do levantamento dos dados.
Outro destaque do censo é o relacionamento familiar entre as crianças e os adolescentes e os familiares. Segundo a pesquisa, mesmo em situação de rua, a maioria dos menores de idade (52,2%) retorna para a casa da família para dormir; outros (6,9%) dormem em casas de parentes ou amigos. Da mesma forma, a maior parte dos entrevistados (55,5%) declarou que mantêm um relacionamento bom ou muito bom com os pais.
Entretanto, um dos principais motivos apontados por aqueles que deixaram de dormir na casa da família foi a violência, como: brigas verbais com pais, mães e irmãs/ãos (32,2%); violência doméstica (30,6%); e violência e abuso sexual (8,8%).
A pesquisa foi realizada a partir de convênio entre a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH) e o Instituto de Desenvolvimento Sustentável (Idest) em 75 cidades brasileiras com população superior a 300 mil habitantes.
Política Nacional e Plano Decenal
Em relação à Política Nacional e ao Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes, a representante da OAB no Conanda comenta que a expectativa é que estejam em fase de conclusão até o final deste primeiro semestre. De acordo com ela, os documentos já foram à consulta pública no final do ano passado e a ideia é que, neste ano, “retomem a discussão para a finalização”.
Além disso, neste ano, já iniciarão os preparativos para a IX Conferência Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, cujo tema também será a Política Nacional e o Plano Decenal. A Conferência Nacional está marcada para acontecer em julho de 2012, em Brasília. Antes, ocorrerão as Conferências Municipais e Estaduais.
Fonte: Projeto AMIGOS com informações da Revista Ultimato

terça-feira, 5 de abril de 2011

Palavra ao leitor



Provérbios 22: 6, dizendo: “Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele.”

A situação das crianças nas grandes e pequenas cidades causa grande preocupação. Com as diversas filosofias vãs que são empregnadas na mídia e difundidas através das escolas, cursos e até no próprio ambiente familiar, as crianças sofrem pressões para que Deus seja excluído de suas vidas. Não havendo cuidado  para conduzi-las no caminho certo, ou seja, segundo os preceitos cristãos, a medida em que as crianças vão crescendo e entrando na adolescência, o orgulho, a incredulidade, a desconfiança e o pecado vão dominando os seus corações. 

Entendemos que é necessário investir desde o início na vida destes pequeninos, para que eles conheçam a Deus e sejam firmes em sua fé, não cedendo as pressões e tentações que surgem em suas jovens vidas. Crianças firmes em Cristo testemunharão a outras sobre sua fé e serão, no futuro, uma igreja mais bem preparada a resistir a perseguição.

Então, “É chegada a hora da Igreja do Senhor Jesus investir seus esforços para alcançar esta nova geração para Cristo Jesus!!!!”.

Querido leitor, o intuito deste blog é ajudar aos pais, professores de escola bíblica dominical e aqueles que sentem-se chamados a trabalhar mais  profundamente a palavra de Deus no ensino infantil. Aqui, você encontrará muitas notícias sobre: cursos, treinamentos, atividades para crianças, dicas para os pais, dentre tantas e tantas outras informações para ajudá-los no desenvolvimento deste maravilhoso trabalho infantil.

Que Deus os abençoe. 
Débora Silva
Líder do Departamento Infantil da IEVCA