Os
ensinos bíblicos são imprescindíveis para o homem. Na Bíblia existem
doutrinas (ensinos), poemas, provérbios, cânticos, histórias, revelações,
profecias, comentários, narrativas e outras formas literárias, abrangendo 66
livros, que foram escritos por 40 diferentes autores, sob inspiração do
Espírito Santo de Deus (livro de 2 Pedro, capítulo 1, verso 21).
Desprezar este
conteúdo, é ignorar um conteúdo espiritual inestimável.
A
sabedoria da Bíblia, chamada também "Palavra de Deus" é uma fonte a
jorrar para a vida eterna. Nela, se encontra o Plano de Salvação para o homem,
a justiça, a misericórdia, o amor, a eternidade, a santidade.
O
propósito de estudar a Bíblia, de forma ordenada e contínua, é que as
Sagradas Letras podem:
1)
Levar-nos á fé salvadora em Cristo Jesus (João 20.21).
2)
Orientar-nos sobre decisões do dia-a-dia (2 Timóteo 3.16).
3)
Guardar-nos contra superstições, mentiras e enganos (Salmo 119.105).
4)
Livrar-nos de cairmos em pecados, desordem emocional e cegueira espiritual
(Salmo 119.11, Efésios 6.17, Apocalipse 1.3).
5)
Dar-nos sabedoria e compreensão sobre fatos do passado, do presente e do futuro
(Salmo 19.8, 2 Pedro 1.19, Apocalipse 1.1).
Todas as Pesquisas mostram que a leitura para a criança é a coisa simples mais importante, que os pais podem fazer quando se pretende prepará-las para obter êxito em sua futura carreira acadêmica. A leitura em alto o bom tom, ajuda as crianças e entenderem o objetivo da palavra impressa e a construir seu vocabulário. A leitura também prepara a criança para reconhecer e entender as novas palavras, porque ela agora vai saber o que elas significam. Livros de pinturas e gravuras ajudam a criança a se familiarizar com esse processo.
É importante lembrar que estes livros, além de poucas páginas, devem ter ilustrações grandes, coloridas e pouco texto. Dicas para Atividades:
0 a 3 anos
• Pegue algumas marionetes ou então faça suas próprias usando meias velhas, cola e restos de tecido. Deixe a criança representar uma cena simples ou conversação na história. Dê a ela autonomia total na representação do seu papel, mas ajude-a a usar linguagem e expressões corretas, fazendo perguntas simples tais como, "Por que você está apontando para cima?"
• Coloque o livro sobre uma mesa e improvise um jogo da memória. Peça para ela olhar uma ilustração e então para fechar seus olhos. Pergunte então de quantos objetos ou cores da ilustração ela é capaz de lembrar.
Acima de 3 anos e 4 anos
• Brinque com ela de "Quem sou eu?". Primeiro leia um livro. Depois, crie um enigma baseado nos objetos e personagens do livro. Por exemplo, imagine que exista no conto um personagem com características como estas que você passaria para ela; "Eu sou um menino. Eu gosto de ajudar as pessoas. Tenho o cabelo ruivo e uma camisa vermelha. Quem sou eu?" Depois de apresentar alguns enigmas, peça para seu filho criar alguns ele mesmo.
• À medida que você lê a história com seu filho, escolha um objeto ou pessoa que aparece com freqüência ao longo da trama, e peça que fique prestando a atenção a estes detalhes durante todo o tempo. Peça para ele depois imaginar como a história seria diferente se estes objetos ou pessoas não estivessam no conto.
5 e 6 anos
• Crie seu próprio livro de gravuras com as cenas de uma recente viagem de férias, festa de aniversário ou passeio na praia. Pergunte então a sua criança o que o livro significa. Juntos selecione fotografias para ilustrar melhor a história.
• Peça a sua criança para lhe dizer o que cada página do livro faz ela sentir quando a vê e porquê. Peça a ela para refletir e analisar como as cores, os personagens, o enrêdo, a sequência, ou outros elementos ajudam no rumo que a história toma.
Quando receber a prova, coloque o seu nome e dê uma olhada geral. Não
precisa ler tudo antes de começar. Leia com atenção à medida que for
fazendo as questões;
Comece a fazer a prova da primeira questão, e assim, passe para a
segunda, até o final. Seguir a ordem evita que você pule sem querer
alguma questão;
Se esqueceu da resposta de uma questão não fique parado, faça a
seguinte, e vá adiante até chegar ao final. Quando terminar, volte
para a questão que você teve dúvida ou não soube a resposta e tente
responder. Às vezes, as questões seguintes trazem dicas para responder
as anteriores;
Deu branco??? Respire fundo e acalme-se. Se você estudou, certamente,
mantendo a calma, irá se lembrar;
Evite deixar questões em branco. Reúna tudo o que souber sobre o
assunto, mesmo que seja pouco, e escreva;
Leia toda as questões e as suas respostas antes de entregar ao
professor. Isso evitará "aqueles" erros por distração;
Lembre-se:
- Tenha confiança;
- Tenha calma, segurança e atenção;
- Se você estudou, Jesus, que está ao seu lado em todas as situações,
certamente ajudará a você;
Veja a prova como uma oportunidade que você tem de mostrar o que
aprendeu.
Como
estudar bem em casa?
Estude todos os dias no mesmo horário;
Escolha um bom local de estudos, de preferência ventilado, claro, com
luz natural, sem barulhos e distrações;
Nada de estudar na cama. É desconfortável e pode dar sono;
Arrume o material que você vai precisar, antes de começar o estudo.
Bagunça tira a concentração;
Estude um pouco a cada dia. Não deixe tudo para um dia antes da prova.
Não desista. Tente fazer isso todos os dias. Faça do estudo parte da
sua rotina;
Quando terminar, arrume sua pasta com o material das aulas do dia
seguinte, consultando sempre o horário.
Os pequenos e pequenas também são nossos próximos: amando as crianças como a si mesmo
História de Vida
Uma noite, muito tarde, D.L. Moody, o famoso evangelista americano do século dezenove, chegou em casa depois de pregar numa reunião. Emma, sua esposa, já estava dormindo. Quando seu cansado esposo deitou na cama, ela virou e murmurou:
- Como foi esta noite?
- Muito boa – respondeu ele. Duas pessoas e meia.
Sua esposa permaneceu em silêncio por um momento, depois sorriu e perguntou:
- Querido, quantos anos tinha a criança?
- Não, não, não – respondeu Moody. Foram duas crianças e um adulto! As crianças têm toda sua vida adiante. A metade da vida do adulto já foi.
Extraído do livro: Não se esqueçam das Crianças (2007), Dr. Wess Stafford, Compassion Internacional
Tempo de conversar
1. Que imagem veio à sua mente ao ler “duas pessoas e meia”?
2. Você pensou da mesma maneira que a sra. Moody: dois adultos em pé na frente de um auditório com uma criança ao lado?
3. Por que nessa história associamos naturalmente a palavra “pessoa” com adultos e a palavra “meia” com crianças?
4. Que outros termos que incluem crianças e adultos são usados pensando-se exclusivamente nos adultos?
5. Quais são algumas situações onde meninos e meninas são excluídos?
O que a Bíblia diz
Leia: Lucas 10.25-37
Para discutir:
a. Pense por um momento. E se a personagem desse relato fosse uma pessoa menor de idade? Quais são as situações que deixam as crianças à margem do caminho da vida hoje?
b. Você acredita que o comportamento do sacerdote e do levita seria diferente se tivesse sido uma pessoa menor de idade e não uma pessoa adulta que estivesse ferida no caminho? Se tivesse sido uma criança, que outras razões esses dois personagens teriam para socorrê-la (ou não)?
c. Além do que o bom samaritano fez para ajudar este homem, que outra coisa ele teria que ter feito se a pessoa caída fosse uma criança?
d. Como é definido o termo “próximo” nas palavras de Jesus? Será que Jesus estaria de acordo que incluíssemos as crianças em nossa agenda de serviço?
e. De que maneira esse texto bíblico nos desafia a que nós, como adultos, possamos ver as crianças como os próximos a quem devemos servir?
Aplicação para a vida
1. Quando você pensa em ser o próximo de alguém, você pensa em uma pessoa adulta ou em uma criança?
2. De que outras maneiras concretas podemos ser os próximos das crianças, em nível pessoal ou em nossas comunidades?
3. Que mudanças seriam necessárias para incluir a misericórdia em nosso relacionamento com as crianças e assim transformá-las em nossos próximos?
Para pensar:
Ser o próximo de meninos e meninas implica, em primeiro lugar, nossa responsabilidade de amá-los. Os que em primeiro lugar têm a responsabilidade de ser o próximo de uma criança são os pais dela. Mas quando os pais se descuidam dessa tarefa, cada um de nós tem a obrigação de agir como pai e mãe para as crianças que cresceram sem eles. Portanto, ser o próximo das crianças significa incluir a paternidade/maternidade em nosso relacionamento com elas. Ser o próximo das crianças implica ser bondosos com elas. Tratá-las como nós gostaríamos de ser tratados. Ser o próximo nos compromete com todos os que têm necessidades, mas de maneira especial com as crianças, que são mais vulneráveis e que necessitam nossa solidariedade.
Para saber mais:
Para mais informações e detalhes sobre a Campanha na América Latina acesse: www.juntosporlaninez.com