Todas as Pesquisas mostram que a leitura para a criança é a coisa simples mais importante, que os pais podem fazer quando se pretende prepará-las para obter êxito em sua futura carreira acadêmica. A leitura em alto o bom tom, ajuda as crianças e entenderem o objetivo da palavra impressa e a construir seu vocabulário. A leitura também prepara a criança para reconhecer e entender as novas palavras, porque ela agora vai saber o que elas significam. Livros de pinturas e gravuras ajudam a criança a se familiarizar com esse processo.
É importante lembrar que estes livros, além de poucas páginas, devem ter ilustrações grandes, coloridas e pouco texto. Dicas para Atividades:
0 a 3 anos
• Pegue algumas marionetes ou então faça suas próprias usando meias velhas, cola e restos de tecido. Deixe a criança representar uma cena simples ou conversação na história. Dê a ela autonomia total na representação do seu papel, mas ajude-a a usar linguagem e expressões corretas, fazendo perguntas simples tais como, "Por que você está apontando para cima?"
• Coloque o livro sobre uma mesa e improvise um jogo da memória. Peça para ela olhar uma ilustração e então para fechar seus olhos. Pergunte então de quantos objetos ou cores da ilustração ela é capaz de lembrar.
Acima de 3 anos e 4 anos
• Brinque com ela de "Quem sou eu?". Primeiro leia um livro. Depois, crie um enigma baseado nos objetos e personagens do livro. Por exemplo, imagine que exista no conto um personagem com características como estas que você passaria para ela; "Eu sou um menino. Eu gosto de ajudar as pessoas. Tenho o cabelo ruivo e uma camisa vermelha. Quem sou eu?" Depois de apresentar alguns enigmas, peça para seu filho criar alguns ele mesmo.
• À medida que você lê a história com seu filho, escolha um objeto ou pessoa que aparece com freqüência ao longo da trama, e peça que fique prestando a atenção a estes detalhes durante todo o tempo. Peça para ele depois imaginar como a história seria diferente se estes objetos ou pessoas não estivessam no conto.
5 e 6 anos
• Crie seu próprio livro de gravuras com as cenas de uma recente viagem de férias, festa de aniversário ou passeio na praia. Pergunte então a sua criança o que o livro significa. Juntos selecione fotografias para ilustrar melhor a história.
• Peça a sua criança para lhe dizer o que cada página do livro faz ela sentir quando a vê e porquê. Peça a ela para refletir e analisar como as cores, os personagens, o enrêdo, a sequência, ou outros elementos ajudam no rumo que a história toma.
Alguns dos homens solteiros mais
masculinos e visionários que conheço passam tempo em companhia de bebês e
crianças pequenas. E eles adoram isso. Eles amam abraçá-los, brincar com eles,
e se regozijar perante a esperança que aquela nova vida representa.
Fazem isto porque rejeitaram a
cultura do individualismo radical que ensina os homens a verem suas vidas
isoladas da família e da comunidade cristã. Fazem isto porque têm à sua volta
outros homens — já casados e pais — que falam da aliança, de uma geração fiel, e
da responsabilidade dos homens de suscitar uma semente piedosa.
Reconhecem que sua própria missão
como homens estará relacionada — muito provavelmente — com seu papel de pai.
Como homens solteiros, se preparam para a paternidade e começam a orar pelos filhos
que o Senhor decidirá enviar-lhes. Reconhecem que filhos são uma rica benção a
ser grandemente desejada por qualquer homem que seja, digamos... homem!
Para essa nova geração de homens,
os bebês são um lembrete de que são descendência e deixarão descendentes. Eles
lhes trazem à mente suas prioridades em Cristo. A presença de crianças na vida
dos homens solteiros é um encorajamento à visão do Salmo 127 de que um dia sua
própria família será poderosa na terra. Bebês são um lembrete de que nossos
pais espirituais, a exemplo de Abraão, foram homens que alimentavam fortemente
a esperança de ter filhos. Crianças nos lembram de que o maior exemplo de
masculinidade em toda a história repreendeu outros homens que impediam as
criancinhas de se aproximar dele (Marcos 10.14).
O resultado é que os homens
solteiros que vivem rodeados de bebês e de uma cultura familiar sentem-se
altamente motivados a estabelecer e dirigir biblicamente sua própria família.
Experimentam uma pressão positiva e santa da parte de outros homens para deixar
de lado as coisas pueris e infantis e dedicarem-se por inteiro às coisas de
homem. Isto significa que devem se preparar profissionalmente (Provérbios
24.27) para iniciar suas próprias famílias e terem filhos. Malaquias 2.14 nos
lembra que “homens de verdade” reconhecem que a busca de uma semente santa não
é algo fortuito. É uma das principais razões apontadas pelo Criador para o
matrimônio. Por todas essas razões, a presença de bebês na vida de homens
solteiros não somente amolece seus corações para perceberem a preciosidade que
são as crianças, mas os motiva a serem homens de Deus.
Em contraste, as culturas
individualistas priorizam estilos de vida cuja tendência é incutir nos homens
jovens sentimentos contrários aos saudáveis e viris conceitos a respeito de
crianças e filhos. Nem todas as expressões de individualismo são inerentemente
erradas, mas o efeito delas tem sido devastador para nossa visão dos bebês e da
paternidade. Por exemplo, a tendência moderna da formação educacional sem fim acaba
dando aos homens uma visão de mundo associada à vida estudantil de
“pensionato”, adiando o matrimônio cada vez mais e mais. A Bíblia encoraja os
maridos a se alegrarem com a mulher da sua mocidade, e é por isso que a cultura
cristã, de forma consciente, prepara os homens para o matrimônio e a liderança
familiar desde muito cedo, não no fim da vida.
Culturas individualistas
fomentam o materialismo, o grande inimigo de uma masculinidade madura.
Materialismo é veneno para o homem solteiro. O sucesso se define como a
aquisição de bens, ao invés de definir-se como a obediência e busca de
objetivos espirituais. Casamento e filhos são comumente vistos como um
obstáculo à liberdade pessoal. Além disso, o materialismo acostuma os homens a
exigirem gratificação imediata. Isto conduz a uma sexualidade distorcida, ao
endividamento, e mesmo à impaciência e ira. Em contraste, as culturas que
impulsionam os homens a lidar com bebês e filhos tendem a encorajar neles o
auto-sacrifício, a paciência e a benevolência.
Culturas individualistas, por
natureza, produzem famílias fragmentadas. O que acontece é que os corações de
nossos homens solteiros acabam se envolvendo na cultura destrutiva de seu
tempo, em lugar de envolverem-se em uma comunidade cristã equilibrada, composta
de muitas gerações familiares.
A verdade simples é esta: Quanto
mais distantes os homens estiverem dos bebês, mais egoístas se tornarão. Os
homens solteiros precisam envolver-se em assuntos de homem. Precisam da
companhia de homens firmes e da influência de homens mais velhos e mais sábios
ao seu redor. Mas também precisam estar rodeados de bebês.
Francamente, os homens foram
projetados para batalhas, mas necessitam saber a razão pela qual batalham. Eles
lutam pelo Rei e pelo Seu Reino. Essa luta inclui a defesa das mulheres e dos
pequeninos que nossas esposas trouxeram ao mundo (Neemias 4.14). Mas como
nossos homens saberão a preciosidade do tesouro que têm de salvaguardar se
jamais cultivaram seu amor pelos bebês e pelas criançinhas?
Precisamos de homens que aprendam
desde cedo que crianças são um tesouro. Os homens que amam as crianças tendem a
ser mais visionários, estáveis e altruístas. Precisamos de uma nova geração de
jovens homens visionários. Jovens homens visionários aspiram por vidas com um
significado que transcende o aqui e agora. É por isso que precisamos de bebês
nas mãos dos nossos jovens varões e de falar-lhes dos verdadeiros sonhos e
aspirações do homem justo (Salmo 112, 127, 128).
O Fundo Cristão para Crianças é uma organização de desenvolvimento social que apoia crianças em situação de exclusão, privação e vulnerabilidade social, oferecendo oportunidades para que cada uma delas desenvolva plenamente seu potencial.
Para isso, o Fundo Cristão possui parcerias com mais de 100 organizações que atuam com programas sociais de saúde, educação, acesso à água, cultura, segurança alimentar e nutricional, esporte dentre outros. No Brasil, as unidades conveniadas estão espalhadas em 862 comunidades. O Fundo Cristão auxilia cada uma delas financeiramente e com sua experiência na elaboração e monitoramento dos projetos sociais.
Resultados efetivos
Com o objetivo de garantir resultados duradouros, o Fundo Cristão para Crianças envolve também os pais e a sociedade nos trabalhos feitos pelas organizações parceiras de proteção e cuidado com a criança e o adolescente.
Presente no Brasil desde 1966, o Fundo Cristão faz parte de uma rede formada pelo ChildFund Internacional em 55 países. No mundo, mais de 15 milhões de crianças, suas famílias e comunidades são beneficiadas sem distinção de crença, raça ou origem por meio da atuação do Fundo Cristão nas organizações parceiras.
Como funciona na prática?
O Fundo Cristão para Crianças recebe a contribuição voluntária de padrinhos e madrinhas do Brasil e do mundo e repassa o recurso para as organizações parceiras. O Fundo Cristão acompanha e monitora estas organizações que trabalham com programas sociais e atendem crianças e famílias em situação de vulnerabilidade social.
Visite o site oficial: http://www.fundocristao.org.br/
Quando
temos a visão de Deus para um trabalho com os bebês, com os pais, com
as gestantes, queremos um espaço vivo, alegre, onde as coisas aconteçam
onde as crianças sejam abençoadas e se desenvolvam física, emocional e
espiritualmente, e não um lugar onde o bebê dorme o tempo todo para não
atrapalhar o culto dos adultos.
Espaço
de desenvolvimento infantil, este nome sim define exatamente o que eu
quero com os bebês. Um espaço onde o desenvolvimento da criança
realmente acontece, promovido por pessoas que amam a Jesus e desejam
realmente ser um instrumento de benção para uma nova geração, que
começa com os bebês, com os pequeninos.
Uma
boa parte dos "berçários" nas igrejas, não passam de depósitos de
bebês, alguns bem decorados, outros não, alguns com equipe de
"cuidadoras" outros, não, há uma variedade de perfis.
Mas
o que é comum na grande maioria, é a falta de visão, a começar pelo
espaço, um cubículo, com berços e uns restolhos de brinquedos... O que
é ensinado a estes bebês? Quais as atividades que são realizadas neste
período tão precioso em que elas estão na igreja?
O
que tem sido ensinado aos pais?? Infelizmente nada... ninguém pode dar
o que não tem não é mesmo? Não se sabe nem mesmo o básico, que bebês
aprendem e estão ávidos por aprendizado, não é mesmo? Por isso o ciclo
da ignorância continua perpetuando os espaços chamados de berçários.
que na verdade, são depósitos de crianças.
Mudança?
Creio que pode haver mudança somente através de corações que amam
verdadeiramente a Jesus e estão dispostos a ouvir a sua voz. Pessoas
que tem um coração quebrantado para retirar o velho e deixar Deus
derramas o novo.
Este é o tempo! Qum tem ouvidos para ouvir, ouça o que o Espírito Santo está dizendo a sua igreja.
Estude,
leia, faça cursos, aprenda, cresça,é preciso preparo para realizar um
trabalho de verdade com os bebês, com o maternal, com a 1a infância, a
fase de ouro do ser humano, que na igreja é tão desprezada, tão
pouquíssimo investida.
Busque
conhecimento e preparo, ouça a voz de Deus, e permita que Jesus use a
sua vida para ser um agente de mudança, para acabar com os depósitos de
bebês na igreja e transformar em lindos espaços de desenvolvimento
infantil.
E crescia Jesus em sabedoria, em estatura e em graça diante de Deus e dos homens. Lucas 2:52
1. Recepcionistas. Vocês têm recepcionistas que dão calorosas boas-vindas às crianças como também aos adultos? Ou melhor ainda, as crianças atuam como recepcionistas juntamente com os adultos?
2. Expositor ao nível dos olhos. Vocês têm expositores atraentes, coloridos no saguão da igreja, no nível dos olhos das crianças?
3. Kit de boas-vindas. Vocês têm adesivos ou kits de boas-vindas para serem entregues às crianças visitantes? O kit pode incluir informação a respeito dos Clubes de Aventureiros e Desbravadores, Classes da Escola Sabatina para as crianças, Escola Cristã de Férias, etc.
4. Sinalização das classes. Há sinalização bem elaborada, indicando aos pais e às crianças suas respectivas salas da Escola Dominical?
5. Centros de Interesse. As salas da Escola Dominical têm centros de interesse – mesas para atividades artísticas, mesas com areia, centros de mídia, etc. – que chamem a atenção das crianças?
6. Cores. Pensem em ambientes projetados para crianças. Elas apreciam as cores primárias! As suas salas são alegres e luminosas?
7. Mantas. Tenha à mão um suprimento de pequenas mantas coloridas tricotadas para os momentos necessários.
8. Excelência na programação. Os programas que são bem-planejados, organizados e seguros dizem: “As crianças são importantes nesta igreja”.
9. Mobiliário apropriado à idade. As mesas, cadeiras, banheiros e outros móveis são adequados à idade das crianças?
10. Fotos das crianças em suas atividades. As fotos das crianças em suas atividades são mostradas com destaque? Amplie as fotos das crianças e utilize-as nos cartazes como um dispositivo de boas-vindas – “O Gabriel ama a Escola Bíblica de Férias!”
11. Culto Participativo. As crianças são de fato incluídas de forma significativa no culto? Elas ajudam no serviço de cânticos, nas histórias, na oração ou interagem de alguma forma durante o culto?
12. Boletim das Crianças. Elas recebem um boletim ou sacola de atividade, para as crianças menores, na hora do culto?
13. Coordenador das Crianças Visitantes. Vocês possuem alguém na igreja com a responsabilidade de fazer acompanhamento das crianças visitantes? É vital ter alguém que mantenha contato com essas crianças por intermédio de cartões ou visita.
14. Pessoas que amam trabalhar com as crianças. Se não estiver sendo implantado nenhum dos itens acima, mas vocês oferecem o afeto e o amor dos membros da igreja, que realmente amam as crianças, você tem o melhor ingrediente para o sucesso. Acrescente 1 ponto para cada item implantado na igreja. 25 pontos para o item de número.
14. Some os pontos para ver a pontuação de sua igreja. 25–38 pontos: Maravilha! Vocês fazem parte de uma igreja amiga das crianças. 14–24 pontos: Continuem nesta boa obra! Vocês estão no caminho de se tornar uma igreja amiga das crianças. 01–13 pontos: Opa! Leia novamente este artigo e veja se há outras idéias que podem ser implementadas, a fim de tornar sua igreja amiga das crianças.
O primeiro aspecto a se pensar antes de sair de carro com um bebê ou criança é a segurança. Transportar os pequenos de maneira adequada é fundamental. O Código Brasileiro de Trânsito exige que todas as crianças menores de 10 anos andem no banco de trás do veículo.
Levar o bebê no colo, nem pensar. Segundo a ONG Criança Segura, que tem como missão promover a prevenção de acidentes de crianças e adolescentes, a melhor proteção para as crianças no carro é o uso de cadeiras e assentos de segurança. “O cinto de segurança é projetado para um adulto com no mínimo 1,45m de altura e por isso não protege as crianças dos traumas de um acidente”.
O problema é que muitas vezes as cadeiras de segurança são usadas de forma errada. A ONG Criança Segura afirma que os principais erros cometidos pelos pais são usar uma cadeira inapropriada para a idade ou tamanho da criança, colocar uma criança com menos de 1 ano em uma cadeira de segurança de frente para o movimento, não instalar a cadeira bem presa ao banco do carro, instalar a cadeira no banco da frente ou não prender a criança corretamente no assento.
“Hoje cada cadeirinha tem uma certificação com idade e peso da criança, facilitando a vida da mãe. Além disso, os produtos vêm com as instruções do fabricante e as normas de segurança”, explica o pediatra Dr. João Coriolano Rego Barros, membro do Departamento de Pediatras da APM (Associação Paulista de Medicina).
É importante que a cadeira se adapte devidamente ao veículo e que seja instalada corretamente. Até 1 ano de idade a criança deve ficar na cadeirinha sempre virada de costas para o banco da frente. Segundo o Dr. João, é importante a mãe sempre colocar o bebê sentado, nunca deitado, pois ele pode regurgitar e engasgar. “Caso o bebê chore, pare num posto ou estacionamento, nunca em lugares desertos e durante o trânsito não tente socorrer a criança com o carro em movimento”. Depois dos 2 anos, a criança já pode ficar sentada de frente no carro, porém, deve continuar a usar o assento de segurança apropriado para sua fase até os 7 anos de idade.
A cadeira de segurança deve apresentar o selo do Inmetro – Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial. Esse selo garante que a cadeira de segurança passou pelos testes de colisão. Se tiver qualquer dúvida sobre a autenticidade do selo, basta fazer uma consulta no site do Inmetro (http://www.inmetro.gov.br). No link "Produtos e serviços com conformidade avaliada" é possível encontrar todos os artigos que possuem a certificação, atente para o detalhe de que o Inmetro referencia os assentos como "Dispositivo para Retenção de Crianças".
Enquanto estiver dirigindo, certifique-se que as portas e vidros elétricos de trás do carro estejam travados.
Os ensinos bíblicos são imprescindíveis para o homem. Na Bíblia existem doutrinas (ensinos), poemas, provérbios, cânticos, histórias, revelações, profecias, comentários, narrativas e outras formas literárias, abrangendo 66 livros, que foram escritos por 40 diferentes autores, sob inspiração do Espírito Santo de Deus (livro de 2 Pedro, capítulo 1, verso 21).
Desprezar este conteúdo, é ignorar um conteúdo espiritual inestimável.
A sabedoria da Bíblia, chamada também "Palavra de Deus" é uma fonte a jorrar para a vida eterna. Nela, se encontra o Plano de Salvação para o homem, a justiça, a misericórdia, o amor, a eternidade, a santidade.
O propósito de estudar a Bíblia, de forma ordenada e contínua, é que as Sagradas Letras podem:
1) Levar-nos á fé salvadora em Cristo Jesus (João 20.21).
2) Orientar-nos sobre decisões do dia-a-dia (2 Timóteo 3.16).
3) Guardar-nos contra superstições, mentiras e enganos (Salmo 119.105).
4) Livrar-nos de cairmos em pecados, desordem emocional e cegueira espiritual (Salmo 119.11, Efésios 6.17, Apocalipse 1.3).
5) Dar-nos sabedoria e compreensão sobre fatos do passado, do presente e do futuro (Salmo 19.8, 2 Pedro 1.19, Apocalipse 1.1).
Os bebês precisam de brinquedos para aprender noções de tamanho, forma, som, textura e como funcionam as coisas. Segundo a Abrinq, estudos mostram que desde o nascimento os bebês são sensíveis ao seu meio ambiente e revelam que ao nascer suas percepções sensoriais respondem aos estímulos de olfato, paladar, som, tato e visão.
Nos primeiros meses de vida, a percepção visual do bebê só é boa de perto, portanto, objetos coloridos ainda não vão chamar sua atenção. Mas logo no segundo mês o bebê faz gestos e sorri ao se aproximar de um rosto humano e presta atenção em vozes conhecidas.
É só a partir do terceiro mês que ele começa a sugar o polegar ou um dos dedos, brincar com a língua, reproduzir sons. Nessa fase, chocalhos, brinquedos musicais e mordedores são os mais apropriados.
Brinquedo ideal para bebê de 6 meses a 1 ano
Com seis meses o bebê consegue ficar sentado mais firmemente e seu desenvolvimento motor e intelectual já permite brincadeiras mais divertidas, como bater os brinquedos contra a beira da cama e encontrar objetos escondidos. Nessa fase, eles conseguem se deslocar do lugar e até segurar um objeto com cada mão. Brinquedos flutuantes entram no seu campo de interesse e o banho fica mais divertido com patinhos de borracha que bóiam na água.
Quando um bebê já consegue sentar-se está pronto para brincar com cubos que tenham guizos embutidos ou ilustrações, com copos ou caixas que se encaixam uns dentro dos outros e com brinquedos ou argolas empilháveis.
O desenvolvimento social da criança é expressivo no oitavo mês. Ele já participa ativamente de brincadeiras como esconde-esconde e troca sinais com os adultos. Os pais podem introduzir brincadeiras como fazer caretas e sons para a criança imitar, bater palma, brincar de pegar e soltar e colocar o bebê a cavalo sobre a barriga. Brinquedos para martelar, empilhar e desmontar podem distrair a criança durante certo tempo.
Brinquedos para bebês de 1 a 2 anos
Ao completar um ano as crianças têm bom equilíbrio sentada e já começam a dar os primeiros passinhos e atender as solicitações para soltar objetos que estejam segurando, ou seja, já têm um bom desenvolvimento motor e de postura. E socialmente, já conseguem interagir com adultos ou outras crianças, repetindo gestos ou atitudes que provocaram risadas.
Segundo a Abrinq, brinquedos vistosos e leves, de várias texturas, estimulam os sentidos da visão, da audição e do tato. Um móbile no berço diverte o bebê até que possa apanhar objetos. Esse é o momento de dar bonecas de tecido e bichos de pelúcia feitos de materiais atóxicos, que são gostosos de tocar e abraçar, mas não servem para chupar ou morder. E preste muita atenção nas costuras, que devem ser resistentes, e nos olhos e narizes, que devem estar firmemente costurados.
Nesta idade os bebês começam a apreciar livros com ilustrações de objetos familiares. Quando a criança começa a engatinhar ou a caminhar, os brinquedos mais estimulantes e divertidos são os que se empurra ou puxa, como um pequeno vagão ou um carrinho de boneca, bem como brinquedos de montar e desmontar.
Lembre-se que nesta idade a criança ainda precisa ser constantemente vigiada enquanto brinca. Prefira brinquedos que tenham peças grandes que não possam ser engolidas, sejam leves para manusear, não tenham pontas ou bordas afiadas, sejam de cores vivas e não sejam tóxicos.
Brinquedo ideal para bebês de 2 a 3 anos
Com dois aninhos os pequenos querem diversão. É difícil mantê-los sentados por muito tempo. Eles já conseguem subir e descer escadas usando o corrimão, pular com os dois pés e chutar sem perder o equilíbrio. É a vez das bolas.
Sua maneira de se comunicar é através de gestos, atitudes, mímica, sobretudo com outras crianças. Para ajudar a criança a se comunicar melhor e ampliar seu vocabulário, cantar e dançar é a melhor solução. Eles também se divertem com brincadeiras animadas como pular na cama e fazer imitações e caretas.
É bom continuar incentivando a criança a desenvolver sua habilidade motora. Para isso, use muitos blocos e ajude-o a empilhá-los, encher os carrinhos com os blocos, equilibrar um em cima do outro.
Nesse período a criança já deve começar a participar da arrumação das suas coisas. Depois da bagunça, peça a ajuda da criança para organizar e recolher o brinquedo. Isso deve ser feito como uma continuação da brincadeira, e não como uma obrigação, uma coisa chata.
Brinquedo ideal para crianças de 3 a 4 anos
Um bebê irrequieto precisa de brinquedos que ativem seu movimento corporal. Com três aninhos a criança se diverte mesmo em cima de um triciclo ou com um grande carrinho de puxar. E isso é ótimo para desenvolver o senso de direção, de espaço, controle, força, enfim, várias habilidades.
Brinquedos ao ar livre também são uma boa idéia, como bolas, brinquedos infláveis, espelhos d'água ou caixas de areia com pás e cubos. Eles também vão adorar fazer barulho com instrumentos musicais como pandeiros, pianinhos, trombetas e tambores.
A Abrinq recomenda nessa etapa estimular algumas habilidades psicomotoras, incluindo a coordenação entre o olho e a mão e o desenvolvimento da habilidade dos dedos e das mãos, através de brinquedos de montar e desmontar mais complicados, blocos de tamanhos e formas diferentes, assim como jogos e quebra-cabeças simples.
E como seu desenvolvimento intelectual está a todo vapor, já é possível desenhar círculos, bonecos, enumerar os elementos de uma ilustração, colorir. Livros cheios de ilustrações e histórias divertidas vão ajudar a criança a descobrir o nome das coisas e saciar suas curiosidades. Com cerca de três anos, eles entendem mais de mil palavras e começam a usar artigos, pronomes e advérbios nas suas pequenas frases.
Brinquedo ideal para crianças de 4 a 6 anos
A criança em fase pré escolar é hábil nos jogos de faz-de-conta, gosta de desempenhar papel de adulto e criar situações fantásticas. É a fase do mundo imaginário, quando sua criatividade está a todo vapor. Portanto, qualquer brinquedo ou equipamento que ajude o pequeno a entrar nesse mundo de fantasia é bem-vindo.
As crianças nesta faixa etária se interessam muito por coisas que imitam o mundo dos adultos, que dão a sensação de segurança e companhia, como dinheiro de brinquedo, caixa registradora, telefone, cidadezinhas, circos, fazendas, postos de gasolina e casas de boneca com móveis. Os meios de transporte também viram atração: caminhões, automóveis, aviões, trens, barcos e tratores.
É com essa idade que começam a aparecer os medos infantis. Primeiro são as bruxas, o escuro e outras coisas feias que tiram o sono da garotada. Depois, os medos vão se diversificando e viram medos abstratos, como medo da morte e de falhar. Por isso, a Abrinq recomenda nessa etapa uma boneca ou um ursinho de pelúcia, que ajudam muitas crianças a superar momentos difíceis de sua vida infantil. "Às vezes, as crianças expressam suas confidências a um brinquedo e compartilham com ele emoções que guardariam em segredo".
Brinquedo ideal para crianças acima de 6 anos
Nessa etapa da infância, as possibilidades de brinquedos são infinitas: jogos de tabuleiro, bolinhas de gude, pipas, carros de corrida, trens elétricos, argila para modelar, pincel, brinquedos de mágica, artigos esportivos e como não podia faltar, bicicletas maiores com rodinha de apoio, patins, skate e tudo que possibilite se movimentar com confiança.
Como a criança manifesta grande interesse pelas atividades escolares, é bom fazer da brincadeira uma continuação da escola. Para isso, a Abrinq indica o uso jogos que exigem o uso da imaginação ou o cálculo mental, tais como os jogos eletrônicos, jogos de tabuleiro, jogos de palavras e de memória criados especialmente para esta faixa etária. "Muitos jogos e brinquedos eletrônicos dirigidos a esta faixa etária são classificados como 'educativos' porque foram criados para ajudar as crianças no aprendizado de certos conceitos específicos", diz o Guia dos Brinquedos e do Brincar.
É por volta dos seis anos que eles descobrem os videogames. Mas os pais não precisam se preocupar. Escolhendo os jogos certos, essa pode ser uma ótima forma de aprender. "Muitos jogos oferecem níveis progressivos de dificuldade bem como oportunidades para desenvolver a habilidade e a coordenação e uma compreensão do significado da estratégia no relacionamento humano, em geral através da competição".